A Solução para as Mudanças Climáticas


Quais foram os resultados efetivos da 15ª Conferência para Mudanças Climáticas em Copenhage, Dinamarca? Pelo pouco que li sobre o assunto, parece que ficaram aquém do esperado. Isso não é bom. Eu esperava que várias resoluções práticas fossem definidas e assinadas por todos os países envolvidos para, depois, serem cumpridas parcialmente. Ou nem isso. Mas, pelo visto, não chegamos nem nas tais resoluções. Pelo menos estamos ficando menos hipócritas.

A COP15 (15th United Nations Climate Change Conferencehttp://en.cop15.dk/), que aconteceu entre os dias 7 e 18 de dezembro deste ano de 2009 foi uma iniciativa importantíssima. E ela nem é a única. Precisamos, ao menos, discutir e avaliar a situação catastrófica em que estamos nos metendo.

Infelizmente não iremos resolver nada em tempo hábil. O clima está mudando de forma perigosa para nós mesmos e continuará nesse rumo. Diversas catástrofes irão ser uma óbvia consequência. Teremos fome, doenças, secas, inundações, furacões e, lógico, mortes. Tudo acompanhado de muito sofrimento e sem excluir ninguém. Os ricos e poderosos irão sofrer muito. Perderão familiares. Muitos morrerão. Você sofrerá. Seus filhos que aqui ficarão viverão, junto com você, tempos muito difíceis. Depois, viverão num inferno. É isso. Tal situação já é uma realidade que terá uma sequência onde é garantido que tudo irá piorar para todos. A Terra continuará aqui, mas nós, talvez não. Pelo menos não da forma como hoje estamos.

E qual é o problema? Muitos pensam que é a perigosa mudança climática que está acontecendo, mas, de fato, o verdadeiro problema é outro. O problema somos nós. Fomos nós que criamos esta situação. Que tipo de criatura somos para criar um mundo tão injusto e cruel para tantos? Para completar o quadro, nós, que somos a origem da iminente catástrofe, não temos ainda as condições morais e nem a maturidade necessária para mudar o rumo das coisas. Isso acontece porque somos, ainda, crianças. Sendo assim, a solução efetiva para a mudança climática precisa seguir estes passos:

  1. Amadurecimento das pessoas;
  2. Mudança no sistema de organização mundial;
  3. Mudanças nas ações que geram o desequilíbrio de nosso ambiente.

O desequilíbrio do ambiente (item 3) é consequência do doentio sistema de produção, distribuição, consumo e reaproveitamento do lixo (item 2) que é consequência da imaturidade e pouco desenvolvimento da maior parte da população do mundo (item 1), incluindo neste grupo, a maioria dos líderes. É isso.

Deixemos de lado os itens 2 e 3. Vamos nos concentrar no item 1, a causa de tudo. Para os interessados em informações sobre o nosso sistema de consumo e econômico, sugiro que assistam a estes vídeos:

Vamos agora à causa do problema: nós mesmos. Nós somos os que já criaram várias guerras, que já sofreram as consequências nefastas delas e que, apesar disso, continuam fazendo exatamente a mesma coisa. Mesmo depois da terrível 2ª Guerra Mundial, ocorrida há mais de 60 anos, nossas atitudes não mudaram em relação às guerras, pois as armas continuaram sendo fabricadas em enorme quantidade, seu comércio continuou enriquecendo a muitos e as guerras jamais terminaram. Os judeus, reconhecidos como os maiores injustiçados nesta 2ª Guerra por que seis milhões (6.000.000) deles foram cruelmente assassinados no holocausto, continuaram, depois disso, envolvidos em guerras e matando a outros eles próprios. Calcula-se em 55 milhões o número de mortos nesta guerra sendo 4,2 milhões de alemães e 20 milhões de russos (segundo http://www.starnews2001.com.br/leituras.html). E continuamos investindo em conflitos armados, só que agora não mais tão grandes, para não terminar nunca com os riquíssimos negócios bélicos.

E 55 milhões de pessoas é pouco perto de mais de um bilhão (1.000.000.000) que passam fome hoje em dia. E nós somos os que causamos este problema e não colocamos sua solução como prioridade. E se a fome fosse entre os norte-americanos ou europeus faríamos algo? E por que não para os negros africanos? Nós somos aqueles que fazem um bilhão de negros serem  menos importantes do que seis milhões de judeus. Nós somos os que, então, diferenciam umas pessoas de outras, como se isso pudesse ser possível. Nós somos os que matam a natureza, desmatando-a, caçando-a e depredando-a. Nós somos os que se julgam donos do mundo e do universo. Nós somos os que tentam fugir da angústia através de remédios psiquiátricos e plásticas. Nós somos os que fazem da indústria farmacológica um poderio cujo propósito maior, como o de todas as outras, é o lucro financeiro e não a verdadeira prestação de um serviço. Nós somos os que vivem drogados, todos cafeinados sempre, quase todos alcoolizados, bilhões medicados e muitos narcotizados. Nós somos os que criaram cultos religiosos pelo poder. Nós somos os que escravizam os seus semelhantes. Nós convivemos num mundo cheio de suicídios que tentamos encobrir.

Mas, somos muito mais do que isso, pois, se fôssemos só isso, há muito já estaríamos extintos.

Onde quero chegar? À nossa infantilidade. A imaturidade que nos faz, apesar de sermos humanos, tão dependentes ainda de instintos animais como o da caça e o da luta pelo poder. Chegamos, inclusive, a refinar tais instintos até o nível da perversidade. Esta imaturidade faz com que muitos lutem usando de qualquer recurso pelo poder e, uma vez lá, mantenham-no para alimentar sua vaidade. Imaturidade. Todo o sistema criado não é só para nos alimentar, educar e proporcionar uma vida saudável e feliz. Ele serve, desde sempre em nossa história, para enriquecer rapidamente alguns com um altíssimo custo para todos. Sempre foi assim, mas, no passado, tínhamos pouca tecnologia e éramos poucos.

A solução? É simples: precisamos acordar e nos tornar conscientes da realidade. Que realidade? A nossa. Somos humanos e temos inteligência, autoconsciência e uma espiritualidade que já nos permite perceber que estamos evoluindo.

É óbvio para qualquer um que existe uma diferença evolutiva entre um cão e nós. Tal diferença continua evoluindo e essa é nossa função. É como uma criança que aprende, se educa e amadurece em sua vida até se tornar um adulto. Se crescermos, não seremos mais estes loucos que investem para se aniquilar. Se crescermos, veremos que não estamos, cada um de nós, sozinhos neste mundo. Acompanhamos-nos mutuamente aqui. E isso é ótimo. Se crescermos, poderemos vivenciar amor entre nós. Se crescermos, nos ajudaremos uns aos outros. Gente grande com tecnologia jamais teria criado alterações climáticas. Gente grande não luta desesperadamente para ter mais coisas do que o outro e nem relaciona ter coisas com algum tipo de superioridade. Gente grande vê no outro uma pessoa amada a ser cuidada e não um europeu, um negro, um índio, um muçulmano ou um budista. Gente grande não exclui ninguém dos benefícios disponíveis através do próprio trabalho.

Infelizmente, não estamos agora com o tempo necessário para amadurecer antes de arrumar as porcarias que fizemos. Sendo assim, pagaremos o preço. Pelo menos não é injusto, pois somos os culpados. Espero que possamos assumir esta culpa e a responsabilidade pessoal pelas correções necessárias. Não podemos mais ser aquela criancinha que espera que papai resolva seus problemas. Não podemos mais ficar esperando por avatares que venham interceder por nós. Não podemos mais supor que um Deus criador do universo responsabilize-se eternamente por nossos pecados. Precisamos crescer e cumprir com o que este Deus espera de nós: a evolução, regra básica do universo criado por ele.

O tempo passará. Agora pagaremos, mas creio que os sobreviventes poderão seguir seu caminho para, bem mais tarde, deixar uma descendência que evoluirá. Imagino uma civilização onde todos sejam mais maduros. Daqui a 100.000 anos. Talvez 500.000. Talvez mais. Este Homo evoluidus mostrará às suas crianças, através de seus estudos arquelógicos e antropológicos, como era o seu ancestral Homo sapiens, a primeira criatura conhecida que adquiriu consciência. A criatura que deu o primeiro passo depois do mundo animal.

Referências:

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Sobre Luciano Pillar

Brasileiro de Porto Alegre, RS. Segundo um leitor: "Capaz de despertar as pessoas através das letras, mesclando temáticas improváveis e fazendo-as chegar a conclusões maravilhosas". Veja mais aqui.
Esse post foi publicado em antropologia, comportamento, crime, drogas, ecossistema, espiritualidade, evolução, história, negócios, sociedade, suicídio, violência e marcado , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

15 respostas para A Solução para as Mudanças Climáticas

  1. Zélia disse:

    Se indiferença é um dos grandes males que se apossa do coração humano,
    a esperança é um bem. Acredito que somos capazes, embora pareça que não estamos fazendo muita coisa. Pense nos curso universitários que existem hoje – Agroecologia, Energias Renováveis, Engenharia Ambiental, Licenciatura em Educação do Campo, Agricultura, Ecologia -, pense nos adolescentes que os escolhem e porque. Embora o homem esteja perdido, existem exemplos no mundo inteiro de pessoas, sozinhas ou comunidades, fazendo alguma coisa pela vida no/do planeta. A esperança nunca morre, ela é muito mais forte que a indiferença.

    • Marcelo Nunes disse:

      Zélia,
      Você tem toda razão quando fala na esperança e nas ações construtivas. Tem muita gente trabalhando para arrumar a casa sim. Mas também continuamos destruindo o meio-ambiente. E qual das duas coisas estamos fazendo mais rapidamente? Se a destruição é mais rápida, por quanto tempo ainda resistiremos?
      Dúvidas.

      Luciano,
      É boa a sua abordagem. Todos falam apenas em consertar o estrago feito no meio-ambiente, mas não vejo a preocupação em atacar as causas. Muda o ser humano que muda o sistema que termina a destruição. Mas isso deve demorar. É a solução sim, mas, pra quando? Faço a você as mesmas perguntas que fiz para a Zélia.

      Abraços.

  2. Zélia e Maria Luísa disse:

    Marcelo
    Se a destruição for mais rápida que a boa vontade, então o homem terá provado a si mesmo seu poder. O planeta já acabou várias vezes, há 750 milhões de anos virou uma bola de neve, o início foi a subida das cordilheiras que mudaram as correntes marítimas. Foram 100 milhões de anos de frio. O planeta foi salvo com erupção de vulcões que cuspiram CO2 que teve capacidade de reter calor e derreter o gelo. Há 250 milhões de anos a vida foi deletada da terra mais uma vez, o início foram rachaduras vulcânicas que entraram em erupção na Sibéria o céu ficou escurecido pela poeira vulcânica, 95% das espécies desapareceram. A mais famosa de todas as extinções foi há 65 milhões de anos, quando um asteróide caiu no atual México e exterminou os dinossauros. Todas as extinções foram causadas pela força da natureza. O tipo de holocausto que o homem seria capaz de causar, como um holocausto atômico ou um aquecimento global fica pequeno perto dessas catástrofes. No entanto, se o homem conseguir essa proeza não será pela simples vontade dele. Aí como diz nosso amigo Luciano, a abordagem será outra. O que eu quero dizer é que o poder de acabar com o planeta não está na mão do homem. Talvez ele tenha o poder de acabar com milhares e milhares da própria espécie. Talvez, uma vez provado seu poder, o homem novo, seja mais iluminado. Talvez…

  3. Van Hendrix disse:

    Onde anda Thomas Malthus?

  4. Zélia disse:

    É, limitar a população é uma das soluções apontadas.

  5. Luciano Pillar disse:

    Amigos,
    Que bom ver opiniões. Agradeço a todos.

    Acho que a questão mais importante, quer o mundo aqueça ou não, quer termine ou não, é o que fazemos conosco. O que fazemos cada um de nós por nós mesmos e os outros no sentido de melhorarmos, aprendermos, ficarmos mais conscientes e amorosos? Se formos mais bondosos e solidários, mais interessados na natureza evolutiva da vida e de tudo (e mais bem intencionados), o que fazemos de bom ou mal por nós e pelo mundo será, como sempre, uma consequência.

    Imagino que criaturas mais evoluídas, inteligentes e perceptivas da realidade maior do que nós simplesmente não estariam vivendo como nós. Não estariam estragando consigo próprios e com o meio-ambiente em larga escala. Esse tipo de gente é que devemos tentar ter como exemplo, mesmo que sejam criaturas imaginárias.

    Thomas Malthus. “A população cresce em progressão geométrica, enquanto a produção de alimentos aumenta em progressão aritmética” e economia. Uma coisa é certa: cada coisa tem que ter seu tamanho, quantidade e ritmo próprios. Aumentar a quantidade indefinidamente irá causar, com toda a certeza, problemas.

    Abraços 🙂

  6. odinilson dias disse:

    O Budismo há muito ensina o conceito de Esho-Funi, inseparabilidade do homem e seu ambiente, assim sendo desde cedo as pessoas aprendem que não há diferença entre o ambiente natural e o social, e que o ambiente natural é o reflexo das ações de cada ser individual. Penso que talvez por considerarmos a natureza como uma coisa a parte do ser humano, já que segundo ensinamento cristão deus criou o homem a sua imagem e semelhança, assim sendo o homem se julga superior ao ambiente que o sustenta, o que é um erro grave. mas que se justifica pela busca infantil de superioridade, isso faz bem ao ego humano, ser superior a outros da sua espécie ou não. E pra finalizar o ambiente social só mudará qdo o ser humano entender que pra isso é necessario uma revolução do próprio homem, uma revolução humana, uma revoluçao de dentro pra fora, para que desse modo possamos em primeiro lugar nos curar e assim procedendo curar todo o nosso ambiente.

    • Luciano Pillar disse:

      Caro Odinilson,

      Muito interessante o Esho-Funi. Essa visão da realidade já foi descrita em várias filosofias e vivenciada por muitas pessoas. Eu próprio tive uma experiência há 25 anos onde me senti uno com tudo o que me cercava. Isso me parece, hoje, mais real do que a comum visão de que nós somos isolados do universo e de nossos irmãos humanos. Muitos de nós ainda pensam que possuimos tudo e que o mundo está aqui apenas para nos servir. O resultado mostra de forma evidente que esta visão é errônea.

      Como você diz “busca infantil de superioridade, isso faz bem ao ego humano“, nisso estamos, ainda, presos. Mas, nem todos. Muitos já começam a ultrapassar este tipo de situação que, evolutivamente, encontra-se no nível de muitos animais. Como exemplo, os chimpanzés lutam pela superioridade em suas comunidades.

      Para quem se interessar pela minha experiência de unificação onde, num momento, escrevi “… esta sensação aumentou até um ponto onde minha percepção de individualidade simplesmente acabou. O mundo não me cercava mais, pois eu era um com ele“, o texto está aqui:

      https://trink.wordpress.com/2009/01/16/o-susto-telepatico-e-a-uniao-com-o-universo/

      Caro Odinilson, obrigado por sua participação. Tenho encontrado, aqui e ali, outras pessoas como você, que já dão alguns passos adiante. Creio que tal maturidade, se fosse mais comum, não geraria um mundo tão injusto como o que conseguimos fazer até o presente momento.

      Um abraço.

  7. Nubia disse:

    Gostaria de receber no meu email o que voces tem sobre as soluções para este problema e mais informações sobre “Mudanças Climáticas”, causa, efeito e solução, para que possamos fazer aqui em minha cidade a nossa parte, que pode ser pouca mais começaremos de alguma maneira. Sei que o homem já prejudicou tanto; aliás “NÓS” e que para alguns seja tarde, mas de qualquer forma temos que fazer algo pelos que virão.

    • Luciano Pillar disse:

      Prezada Nubia,

      Não sou suficientemente conhecedor dos fatores que levam à mudanças climáticas globais, mas deve haver muito publicado sobre isso na internet e em livros. Acho que não será difícil para você obter mais informações sobre as causas e os efeitos.

      Quanto à solução, creio que, a mais longo prazo, devemos melhorar a nós mesmos, conforme o texto aqui publicado. Isso pode acontecer através da educação e do gradual aumento de nossa consciência. Este caminho deve ser trilhado por todas as pessoas até que, um dia, os próprios governantes e donos do poder em geral sejam também pessoas maduras, mais evoluídas e conscientes das prioridades da vida humana. No momento que formos todos mais maduros e capazes de ultrapassar a vaidade pessoal e o impulso pela luta pelo puro poder, as nossas ações que levam a mudanças no nosso ambiente serão automaticamente eliminadas. Simples assim.

      Nubia, acredito que sua intenção de agir já é o que deve ser feito. Isso demonstra sua maturidade e interesse pelos que virão depois de nós. Isso é o que todos precisam ser. A missão é ajudar as crianças a crescerem e amudurecerem, não é mesmo? O ingrediante principal é o amor, pois, através dele, iremos querer bem aos outros e iremos ajudá-los. As ações concretas sobre o que fazer já não é um grande problema, pois já temos fartos conhecimentos e teconologia.

      Assim, pesquise sobre as ações técnicas, mas, acima de tudo, ame as pessoas que estão ao seu redor e ajude-as a entenderem a importância de cuidarmos uns dos outros. Siga aquilo que a motivou a comentar este texto.

      Boa sorte Nubia.

      Comunique-se comigo sempre que quiseres se achar que posso ajudá-la.

      Em breve estarei lançando um trabalho educativo que poderá ser útil a você e já anotei seu e-mail para comunicá-la no momento apropriado, ok?

      Tenha um ótimo dia.

      • Nubia Rodrigues disse:

        Luciano,é um grande prazer receber uma resposta sua ao meu email.Sinceramente não esperava,pois no geral não respondem.Não sou merecedora de palavras tão amáveis.Mais tenho comigo o ingrediente principal o AMOR,pelas pessoas,por minha cidade,pela humanidade,pelo nosso planeta..enfim sempre me coloco a disposição para ajudar.Atualmente estou em um trabalho para ajudar crianças de 7a à 14a a serem cidadãos,pois a criminalidade,as drogas a violencia estão ganhando um terreno enorme entre nossos jovens.Devido a esse trabalho dia 31 irei falar sobre o Meio Ambiente,por esse motivo acabei conhecendo voce que parece ser uma boa pessoa.E se me disser que é Espirita Kardecista então será realmente uma coincidencia ou concordancia.Estudo a Doutrina Espirita há algum tempo e sempre que encontro pessoas boas no meu caminho,geralmente são Espiritas.Mas se não for o caso voce continua sendo uma otima pessoa.

        Um Abraço!
        Nubia Rodrigues.

  8. Luciano Pillar disse:

    Nubia,

    Como não és merecedora de palavras amáveis? Discordo!

    Que lindo e importante trabalho é o da educação de jovens. Haverá trabalho mais importante? Se todas as pessoas recebessem amor e orientação no início de suas vidas, o mundo em que vivemos seria outro.

    Se quiser comentar aqui suas impressões sobre seu trabalho no dia 31 sobre o meio ambiente, sinta-se a vontade.

    Não sou Espirita Kardecista, mas sinto que somos mais do que a parte física. De fato, parece-me que o físico é apenas uma pequena manifestação do que somos para que possamos viver aqui, nisto que chamamos de mundo material. Tenho algum conhecimento e simpatia pelo espiritismo. Mais ainda, identifico-me com a antroposofia e o Cristo Jesus. Tenho uma sensação de que estamos num todo organizado e interrelacionado onde a evolução em uma direção é a única realidade. Neste sentido, identifiquei-me muito com o que li de Teilhard de Chardin, que foi um padre jesuíta e cientista. Digo isso para que saibas um pouco sobre como vejo a nós e ao mundo já que, aparentemente , também tens uma visão espiritualizada sobre a vida.

    Mas, de forma simples, o que importa, a meu ver, é sentirmos e vivermos o amor que nos permite estarmos unidos aos outros e a tudo. Na prática, acho que o seu trabalho de educação movido a amor é o que importa. Parabéns!

    Um abraço,
    Luciano

  9. Li e gostei do artigo. Publiquei algo do gênero no:
    http://ikunumistas.wordpress.com/2010/09/26/crise-economica-catastrofe-alimentar-malthus/

    Vou acompanhar mais dos seus artigos. 😉

    • Obrigado Délcio.

      Vi seu texto. É bom! Você, como estudante de economia, aponta um possível caminho de ação no contexto econômico pra questão da fome e eu já olho mais para as razões que estão por trás do que a humanidade anda fazendo. Tudo é necessário, não é mesmo?

      Um abraço,
      Luciano

  10. Eunice Gomes de SA disse:

    A solução é não poluir

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