Democracia


Provavelmente a democracia é o melhor e mais justo sistema de governo já inventado até o momento. Entretanto, realisticamente falando, ela é uma utopia. Pelo menos no Brasil. Por quê? Simples. A democracia requer o obrigatório atendimento de três pré-requisitos:

  1. os participantes devem ser suficientemente informados e competentes;
  2. os participantes devem ser adultos;
  3. o governo deve visar prioritariamente o atendimento das necessidades do povo.

Lamentavelmente, aqui no Brasil nenhum destes itens é atendido satisfatoriamente para que possamos declarar com propriedade vivermos numa democracia. Possivelmente não existam verdadeiras democracias em nenhum lugar do mundo.

Participantes bem informados e competentes

Comecemos pelo mais fácil: os conhecimentos necessários dos participantes, tanto dos candidatos aos cargos políticos quanto dos eleitores.

Os candidatos precisam ter conhecimentos e competências compatíveis com o cargo que almejam. Ora, se um médico precisa estudar muito antes de exercer sua profissão, assim como um piloto de avião, um engenheiro, um professor, um analista de sistemas e tantos outros profissionais, como supor que uma pessoa que pretenda participar na administração de um país possa ser um leigo, ou quase? Imagine se, da noite para o dia, qualquer um fosse trabalhar como lixeiro. Sem conhecer os procedimentos adequados, rapidamente o caos seria instalado. E se qualquer cidadão assumisse uma neurocirurgia? Possivelmente, alguém iria morrer. E na política, são claras as requisições de conhecimentos e competências necessárias para cada cargo? E na averiguação dos candidatos quanto a estes requisitos? Muitos dirão que nosso atual presidente não estudou formalmente e que, apesar disso, administrou bem e é popular, mas, nas posições que dão apoio a ele, e onde o conhecimento é imprescindível, gente mais capacitada está ou esteve presente. Espera-se. E, possivelmente, se alguém se debruçar em estudar os fatos do seu governo, encontrará diversas situações onde decisões erradas foram tomadas pela falta de conhecimento e competência. Mas, este não é o tema aqui.

Os eleitores também precisam estar preparados para assumirem sua função democrática. Para se votar conscientemente é necessário se conhecer, pelo menos, o seguinte:

  1. a estrutura administrativa do país;
  2. quem são os candidatos para cada cargo e, para cada um, quais são as propostas de seu partido político e as suas próprias, os seus aliados, as suas competências, o seu currículo e histórico profissional, político e judicial e, nunca esquecendo, seu caráter;
  3. o que se passa no mundo;
  4. o que se passa no Brasil;
  5. quais os objetivos e as estratégias propostas para nosso país em relação a estas questões.

Muito poucos eleitores possuem conhecimentos suficientes nestas áreas para poderem votar conscientemente. E muitos eleitores estão num ponto bastante aquém deste embasamento. Estes (milhões?) que não têm nem comida, casa, saneamento básico e educação formal mínima – muitos até analfabetos – são  garantia de voto para todo candidato que surge diante deles prometendo-lhes comida e dinheiro. Esta é uma situação antiga que jamais mudou, seja qual for o partido político da vez. Chegou-se ao ponto de até se considerar normal essa indecente aberração. Falar em democracia numa situação assim é absolutamente ridículo. E mesmo para o povo supostamente mais preparado conta ainda, mais do que a informação precisa e a capacidade própria de pensar e decidir, seus interesses pessoais, os comícios, os shows, as bandeiras, os folhetos distribuídos nas esquinas e todas estas trivialidades a que se chamam de campanhas eleitorais com as mesmas imutáveis promessas de justiça, educação, saúde e emprego. Candidatos e eleitores ou safados e palhaços? Democracia ou circo?

Participantes adultos

Vamos agora ao mais difícil: ser adulto. Todos sabemos que crianças não têm condições de governar e nem de eleger governantes. Infelizmente, poucos sabem distinguir uma pessoa madura (adulto) de uma imatura (criança). Normalmente esta condição é confundida com idade cronológica. Ora, se é assim, basta não morrer e esperar o tempo passar para que, mesmo sem nenhum esforço pessoal, qualquer um se torne adulto. Isso pode até ser válido para o mundo animal, mas o ser humano é algo mais do que isso. Para começar, um adulto tem maturidade e, assim, tem bom caráter  e apego pelo bem. Um adulto tem compreensão da natureza e dos objetivos da existência humana e, por isso, compreende as prioridades evolutivas da vida que possui e não se ilude em perseguir as coisas circunstanciais deste mundo como se fossem o objetivo final. Como exemplo, o poder, a posse territorial e de outros bens materiais e a vaidade são objetivos de seres humanos mais infantis e de vários animais. Um adulto tem capacidade de sentir e expressar amor e respeito ao próximo e, dessa forma, ajuda (e não prejudica) os outros. Um adulto é uma pessoa equilibrada, tanto no sentido físico como, especialmente, emocional e espiritual. Um adulto assume responsabilidades e as cumpre sem segundas intenções. Um adulto contribui desinteressadamente com o mundo e com as pessoas que o cercam, melhorando tudo com sua existência e ações. Ficamos por aqui, para não nos estendermos demasiadamente. Disto conclui-se que vivemos num mundo onde o número de pessoas com algumas décadas de vida é bastante superior ao de adultos. Este pequeno número de adultos em relação ao de pessoas com idade mais avançada associado à confusão que reina na diferenciação destas duas qualificações de pessoas leva um grande número de pessoas imaturas (infantis) a assumirem o governo. Isso é grave e impede a manifestação da democracia real.

Outra questão grave é a deficiência de caráter da qual sofrem várias pessoas imaturas e que costuma se manifestar entre os que adquirem poder. Mais uma vez, o não adulto que assume responsabilidades acima de sua estatura evolutiva impede a realização democrática. Some-se a isso as terríveis consequências sociais geradas por governos que amargam pelo pequeno caráter de seus integrantes.

A confusão que existe na identificação de quem é adulto é tão grande e gera consequências tão desastrosas que cabe um breve esclarecimento aqui. Em nossa sociedade, movida por imagens, futilidades e percepção superficial e enganosa sobre a realidade, costuma-se considerar adultas as pessoas:

  • ricas;
  • famosas;
  • que se vestem bem e dirigem carros caros e imponentes;
  • que moram em casas grandes e caras;
  • que são ou foram executivos de altos cargos, como presidências e diretorias;
  • empreendedoras financeiramente bem sucedidas;
    que possuem cursos diversos, incluindo doutorados e pós-doutorados;
  • que possuem destreza no trato pessoal;
    que têm a capacidade de falar bem em público, de seduzir e de suscitar esperança;
  • que são capazes de apresentar de forma convincente uma proposta qualquer (habilidade treinada por vários candidatos a cargos políticos);
  • que são cultas.

Não devemos esquecer dos fatos. Estes já nos mostraram, em inúmeras ocorrências, que muitos psicopatas são bastante hábeis no trato pessoal, educados e até sedutores. E que muitos canalhas são doutores e excelências. Fim do esclarecimento.

Uma consequência grave deste engano é que os adultos são aqueles a quem se deve seguir. São eles que ensinam e amparam. Eles são os guias. Os adultos são os professores e os responsáveis por tudo. Os outros são aprendizes. Mas, se tomamos por adulto uma pessoa infantil, o que pode acontecer?

Governo democrático

E o pré-requisito final da democracia é o governo existir para servir os interesses do povo. Para isso foi criada esta forma de governo. Mas, se o governo prioriza os interesses dos governantes e de seus parceiros, então, por definição, ele não é mais uma democracia. Neste caso, cabe criar um novo nome que o designe mais apropriadamente.

Conclusão

Pelas razões expostas, conclui-se que não existe democracia. Não no Brasil, onde todos são obrigados a votar e onde muitos o fazem dispondo de poucas informações, pensando em seus próprios interesses ou em busca de algum benefício financeiro ou alimentar. Assim, votam, não raro, em quem não conhecem. E entre os candidatos, muitos não possuem a competência requerida e muitos não possuem sequer uma intenção digna, pois pensam basicamente – ou exclusivamente – em beneficiarem a si mesmos, a seus familiares e “parceiros”, geralmente financeiramente e com o uso de algum esquema sujo e ilegal.

No nosso sistema de governo, impropriamente dito democrático e onde estamos prestes a eleger um Presidente da República, entre outros, recentemente foi divulgado o seguinte no site do Yahoo: ”Brasília, 6 ago (EFE).- Na noite desta quinta-feira, o primeiro debate entre candidatos à Presidência foi superado de longe em audiência pela partida entre São Paulo e Internacional pela semi-final da Copa Libertadores, que obteve uma parcela de até 37%, enquanto o debate político não passou de 5%, informou hoje o Ibope”. Democracia ou circo?

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Sobre Luciano Pillar

Brasileiro de Porto Alegre, RS. Segundo um leitor: "Capaz de despertar as pessoas através das letras, mesclando temáticas improváveis e fazendo-as chegar a conclusões maravilhosas". Veja mais aqui.
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9 respostas para Democracia

  1. Fernando disse:

    Excelente texto!

    Uma perfeita síntese do que DEVE ser um país democrático.

    Mas isso só ocorreria em um planeta mais evoluído do que o nosso, e não em um mundo atrasado, habitado por primatas que mal aprenderam o domínio do fogo (ainda tem gente que sai tascando fogo por aí, e vira nesses incêndios que a mídia tem se deliciado em mostrar) e da roda (por quê, SANTO DEUS, tantos automóveis nas nossas ruas/estradas?!)

    Enfim, mais uma vez agradeço por tua contribuição, acendendo mais uma “velinha” que ameniza um pouco as trevas em que estamos imersos!

    • Pois é Fernando, é por essa visão de onde podemos chegar e de onde estamos que costumo dizer: “temos um loooongo caminho!”.

      Eu creio no amadurecimento das pessoas, mas tenho medo do tempo que isso possa levar e dos percalços, talvez fatais, que ainda teremos que enfrentar. Infelizmente, temos muitas pessoas ainda pouco evoluídas comandando, embriagadas pela vaidade e gosto do poder. E bombas. E remédios que estão debilitando a muitos que, mesmo sobrevivendo, são fracos e doentes. E poluição. E alteração do ecosistema. E…

      Crianças egoístas no poder.

      Mas, estamos aqui! E precisamos, cada um de nós, crescer honestamente e ajudar aos nossos próximos a fazerem o mesmo.

      Um abraço.

  2. Edvaldo de França Gonçalves disse:

    Prezado Luciano Pillar,
    Sinceramente, que comentário fabuloso, nada a contestar. Apenas fazer uma colocação seguindo o vosso enunciado; Gostaria, pelos tempos de juventude que vivi a ditadura, houvesse um Presidente de pouco conhecimento catedrático, porém muito conhecimento do que é a miséria, porque a viveu, saber se portar diante de pessoas de grande conhecimento global, e vibrando na mesma intensidade que ele, no tocante nação, com humildade, honradez e ao mesmo tempo apagando para o universo a péssima marca do nosso país de não ser sério, esperando que alguém viesse ditar as regras de como nos proceder. Eu acredito, que tudo na vida é necessidade e para isto, Eu agradeço a oportunidade de ter assistido o Brasil unificado entre o conhecimento catedrático aliado ao conhecimento comum, jamais estaria conformado, mas para o que foi … que haja sequencia. Deculpe-me pois sou um dos que estão do lado de cá.

    • Caro amigo Edvaldo,

      Concordo que é importante passarmos a ter mais representantes do povo que saibam quem é o povo na realidade. Preferencialmente que já tenham estado nesta vida na situação do povo que não tem muitos privilégios e que tantas injustiças sofre. Excelências eruditas que, do alto de seus pedestais jamais imaginaram o que é a vida real do povo, dificilmente podem entender a realidade daqueles que fazem o trabalho e pagam as contas.

      Mas, independentemente da origem do governante, penso ser necessária a sua boa intenção e a real capacidade de governar para atender as necessidades das pessoas. E, seja qual sua origem, que seja um adulto não mais viciado na busca do poder sobre os outros, no status social e na sua riqueza financeira. Não necessariamente um popular é melhor, neste sentido, do que um rico ou erudito.

      Que o governante nunca esqueça que os poucos ricos que habitam nosso mundo, seja qual for a forma do governo, só são mais ricos e têm mais privilégios do que uma infinidade de pessoas por que esta infinidade de pessoas existe para fazer o trabalho necessário e pagar as contas requeridas para estas riquezas de poucos.

      Um abraço,
      Luciano

  3. Fernando disse:

    Nesses tempos em que se fala tanto em atentados à Democracia no Brasil, esse texto serve de algum consolo…

    Há alguns que lamentam a morte da Democracia no Brasil…

    Eu (e mais uns poucos) acreditam, que, se tal é o caso, trata-se então de um “ABORTO”, porque, certamente, a Democracia, no Brasil, ainda NEM TINHA NASCIDO! 🙂

    • Caro Fernando.
      Confesso que eu já tinha esquecido desse texto que escrevi há seis anos. Reli e faria apenas algumas alterações, especialmente na parte que tenta descrever um adulto. Mas, essencialmente, minha opinião permanece a mesma. Fico feliz em saber que ele ainda pode consolar o leitor.
      Ah, e fico grato por tê-lo (ainda) por aqui.
      Extraoficialmente compartilho que vou reativar o TRINK e, depois, lançar um novo projeto e blog baseado nele. A primeira fase, a reativação, acontecerá em breve.
      Grande abraço.

  4. Fernando disse:

    Meu nobre colega Luciano!

    Vim até aqui para desabafar…

    Eu estava tão otimista, tão seguro, tão esperançoso de que a dita “democracia mais desenvolvida do planeta” iria fazer uma escolha sensata, que nem me preocupei em acompanhar a apuração.

    Qual foi a minha surpresa/decepção em constatar que o MUNDO REALMENTE ENLOUQUECEU!!!

    Porque se isso aconteceu LÁ, é um sinal MUITO GRAVE de que ALGO MUITO GRAVE está acontecendo no mundo!

    As pessoas perderam completamente a noção, o senso de dever, de respeito, de tolerância, o desejo de melhorar, da necessidade do mais forte amparar o mais fraco, em uma palavra: a CONSCIÊNCIA!

    Enfim… Meu camarada, estou desolado, triste, desanimado, sem forças…

    Parece que TUDO está se perdendo, se acabando…

    Às vezes, sinto que vou desabar, cair, como se o chão sob meus pés desaparecesse!

    HOJE, perdi o interesse por tudo o que eu tinha apreço… Perdi a vontade de trabalhar, de realizar minhas atividades rotineiras… Enfim, até o dia está cinzento de fato!

    Que falta que me faz, AGORA, um céu azul bonito, daqueles a perder de vista…

    Ou mesmo uma noite estrelada me serviria de consolo…

  5. Caro Fernando,

    Na minha opinião, o que há de mais importante agora é não nos desesperarmos e nem perdermos a esperança. Pode ser difícil em algumas situações, mas nunca é impossível.
    Estamos sim passando por uma enorme transição. O que é hoje e a forma como as coisas estão estruturadas não irá permanecer, por um caminho ou outro. O problema é que essas transições, quando não partem de um movimento natural e da consciência sobre esse movimento, sempre são sofridas e traumáticas. Mas, são. Apesar de toda a resistência que tentamos exercer, o poder por trás delas é maior do que o poder humano.

    Quando algo termina, esse algo busca se manter de qualquer jeito. E, quando o fim é iminente, esse algo entra em desespero. Esse é um momento de perigo. Toda a organização social e política do mundo, na sua atual forma, agoniza. As nações e corporações mais poderosas enlouquecem e reagem atacando de qualquer jeito. Após a mudança, o maior perigo é que reste pouca coisa por aqui. Ainda assim, o papel de cada um de nós é nos mantermos lúcidos e conscientes, é podermos ver o que acontece, aprender com isso e salvar a nós mesmos não entrando no desespero dos moribundos e nos direcionando para uma nova humanidade que anseia em nascer. Essa nova humanidade baseia-se em um nível mais abrangente de consciência. Pode não ser para agora, ou para nunca, mas o caminho é esse. Se não o fizermos, a Terra, Gaia, se livrará de nós. Nós faremos com que ela se livre de nós.

    A meu ver, e baseado em muita leitura e alguma experiência, quando tudo ao redor é pura confusão, loucura, escuridão e incertezas, temos que saber buscar a Presença Divina que vive dentro de nós e seguir, através dessa conexão e intuição, o que sabemos que deve ser feito. É simples, mas não nesse mundo extremamente confuso de pessoas, como nós, muito desconectadas de si mesmas e da natureza da qual fazemos parte. Existem vários caminhos e técnicas. Para mim funciona muito bem a meditação regular, respiração, oração, Reiki e essas coisas que tenho a meu alcance imediato.

    Estamos juntos. Uns vão prosseguir agora no caminho de incremento da consciência. Outros, mais tarde. Mas tudo o que está no universo, um dia, estará reunido de novo. Sempre esteve, na verdade.

    Essa é minha visão. Apenas mais uma, mas não sou o único que percebo assim.

    Não se deixe enganar pela confusão. Cuidado com a “normalidade”. Tem um livro muito bacana chamado “Normose…”.

    Agradeço pelo seu compartilhamento, pois me incentivou a voltar logo pra ativa e voltar a escrever e atuar mais. O momento é importante.

    Grande abraço.

  6. Fernando disse:

    Muito obrigado pela resposta, nobre amigo!

    Ontem, ao final da tarde, o tempo abriu, o céu azul apareceu, e tivemos um belo e, como sempre, singular, crepúsculo, seguido de uma noite moderadamente estrelada, porque também a Lua marcou presença em uma noite que foi por demais tranquilizadora…

    Uma questão martelou em minha mente, por horas, ontem, ao longo do dia: “o quê está acontecendo com as pessoas?!”

    Temos uma natural dificuldade para perceber o óbvio, e ainda mais dificuldade quando estamos transtornados/desesperados! 🙂

    Eis que hoje, pela manhã, enquanto caminhava, me deslocando já despreocupadamente para o trabalho, me veio uma intuição muito forte – os espíritos me apontaram a resposta, que não podia ver, mesmo debaixo de meus olhos:

    “Está acontecendo o que SEMPRE aconteceu, e sempre irá acontecer, porque as pessoas SÃO LIVRES! …E como são também imperfeitas, fazem escolhas equivocadas, impulsivas, e inconsequentes!”

    É… Meu camarada… HOJE me acalmei, e, pensando melhor, devo ter exagerado em minhas conjecturas e especulações…
    O Trump poderá ser apenas mais um presidente medíocre, alguém que passará despercebido pela história… 🙂

    Se, de outra forma, ele chegar a realizar algo que tenha dito durante a campanha, isso entrará na “conta” dele e de todas as pessoas que investiram nele.

    E ninguém sofrerá consequências gratuitamente! …Porque Deus jamais permitiria o sacrifício de inocentes!

    Simples assim!

    Vou ter que reforçar minha “autovigilância”, para evitar cair nessas armadilhas! 🙂

    Como dizia o grande mestre Gandhi: “Sejamos a mudança que queremos ver no mundo!”

    Grande abraço, meu camarada, e, mais uma vez, obrigado pela resposta!

    Fernando, com a esperança e a fé renovadas! 🙂

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